1873101999412462 Pragas e doenças de jardim mais comuns.
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Pragas e doenças de jardim mais comuns.

Conheça os problemas mais comuns encontrados no jardim.




1. Ferrugem

É uma das doenças do buxo. Verificam-se folhas na sua globalidade alaranjadas em ataques severos do fungo Puccinia buxi. As folhas possuem na página superior manchas circulares alaranjadas a que correspondem na página inferior pústulas castanhas-escuras das quais se soltam os esporos que propagam o fungo.


2. Cochonilha-algodão

Afeta muito as camélias. Em localizações amenas e húmidas, ocorre com frequência a cochonilha Pulvinaria floccifera, cujo saco portador de ovos pode ser três vezes maior que o seu corpo.

Estes insetos alongados e de cor branca cerosa observam-se na página inferior das folhas, sendo estas desprovidas dos seus plasmas, afetando as condições de vegetação e consequente produção floral.


3. Manchas prateadas

As folhas evidenciam manchas arredondadas de bordos irregulares que lhes conferem um aspeto prateado na página superior, onde se distinguem pontuações negras, os picnídios do fungo Pestalozzia guepini.

A parte infetada contrasta com os tecidos saudáveis. Poderá ocorrer a queda das folhas.


4. Murchidão das flores

As pétalas das flores evidenciam manchas irregulares acastanhadas e de desenvolvimento progressivo, levando à queda das flores. A infeção é provocada pelo fungo Sclerotinia camelliae.


5. Manchas das folhas

As folhas apresentam manchas acinzentadas concêntricas, evidenciando pontuações diferenciadas, correspondendo aos picnídios do fungo Phyllosticta hydrangeae. Nos caules, observam-se manchas acinzentadas semelhantes a queimaduras.


6. Míldio

Atualmente, é das doenças mais agressivas no buxo. A doença poderá inicialmente passar despercebida, sendo diagnosticada mais tardiamente, aquando de uma desfoliação intensa. As folhas ostentam manchas de cor castanha com margem mais escura. Em condições de humidade elevada, poderão observar-se também na página inferior da folha massas esbranquiçadas.

Massas que contêm os esporos do fungo Cylindrocladium buxicola. Nos raminhos, podem observar-se listras escuras e fendilhadas, ocorrendo a desfoliação intensa e morte de raminhos. As plantas, sobretudo as mais jovens, poderão morrer.


7. Oídio

É outra das doenças das hortênsias. Nas folhas, observam-se manchas amareladas ou de cor púrpura-acinzentada na página inferior. Na página superior, observa-se um pó branco acinzentado que corresponde ao micélio do fungo Oidium hortensiae, que pode afetar toda a zona verde da planta e inclusivamente as flores.

Todos os tecidos infetados ficarão arroxeados, sendo que o desenvolvimento vegetal cessa e as folhas acabam por cair.


8. Afídio verde

Atinge flores como as roseiras. O pulgão Macrosiphum rosae possui um ciclo biológico com diversas gerações em clima ameno. Estes insetos picadores sugadores, minúsculos, alongados e de tom verde esmeralda, afetam tanto as folhas como os rebentos e mesmos os botões florais. A seiva sugada faz com que as plantas fiquem progressivamente mais debilitadas, as folhas enrolam, secam e caem prematuramente, assim como as flores.

Estes insetos produzem meladas que atraem formigas que os disseminam e sobre as meladas forma-se um outro fungo negro designado fumagina.


9. Oídio das roseiras

É das doenças mais comuns e graves nas roseiras. Na página superior das folhas, observam-se manchas brancas de aspeto feltroso, compostas por esporos do fungo Sphaerotheca pannosa. Contudo tem capacidade para infetar também os rebentos jovens e os botões florais. Os tecidos vegetais infetados ficam deformados, amarelados, secam e caem precocemente, cessando assim o crescimento dos novos lançamentos.


10. Mancha negra das folhas

Em locais frescos e com humidade permanente, nas diversas variedades de roseiras, o fungo Marssonina rosae expressa-se com vigor na primavera e no outono. As folhas apresentam, na página superior e por vezes também na inferior, manchas geralmente arredondadas, negras violáceas, podendo em casos severos ocupar todo o limbo.

As folhas infetadas secam e caem prematuramente, prejudicando assim a condição sanitária das plantas, pois, por vezes, surge uma segunda rebentação o que debilita a planta e, por consequência, a floração.


11. Ferrugem das roseiras

Doença com alguma gravidade, especialmente em climas húmidos, ao contrário de situações mais estivais em que o seu desenvolvimento cessa. O fungo Phragmidium produz manchas amareladas na página superior das folhas, sendo que na página inferior lhes correspondem manchas mais claras e com pústulas. Destas solta-se um pó amarelo a alaranjado.

No verão e/ou no outono, surgem pústulas amarelas-avermelhadas, assim como outras acinzentadas, também libertando esporos. Nos lançamentos e na base das flores, também se observam pústulas semelhantes. É fundamental, na primavera, proceder ao corte e queima de tecidos vegetais afetados.


12. Ataques de lagartas, pulgões, formigas e cochonilhas

O aumento da temperatura gera um desequilíbrio que afeta diretamente a saúde das variedades botânicas que enchem os jardins de verde e de cor. Com a subida dos termómetros, os insetos reproduzem-se mais rapidamente. Devido ao calor, as plantas ficam (ainda) mais vulneráveis, exigindo maiores cuidados. Para evitar a contaminação dos solos, muitos especialistas sugerem métodos naturais.

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